Zazen para todos
quarta-feira, 30 de novembro de 2011Postado por Jōken às 01:37 0 comentários
Divulgação: Zazenkai em Florianópolis
domingo, 6 de fevereiro de 2011Postado por Jōken às 21:12 0 comentários
Marcadores: divulgação, zazen, zazenkai
O mundo segue girando
quarta-feira, 29 de setembro de 2010Sentando quieto -
mundo segue girando
nós vamos junto
Postado por Jōken às 23:49 0 comentários
Divulgação - ZENPLANALTO
sábado, 4 de setembro de 2010Postado por Jōken às 00:02 0 comentários
Marcadores: divulgação, zazen
O Caminho da Sabedoria
domingo, 29 de agosto de 2010Ashvaghosha - O Despertar da Fé Mahayana (in: The Perennial Philosophy, por Aldous Huxley)
O Caminho da Tranqüilidade
sábado, 28 de agosto de 2010Perguntas verdadeiramente importantes
domingo, 8 de agosto de 2010Palestra gratuita com Monge Genshô no Rio de Janeiro
quarta-feira, 28 de julho de 2010Postado por Jōken às 22:46 0 comentários
Marcadores: divulgação, zazen
Como estabelecer uma prática diária de zazen
quinta-feira, 15 de julho de 2010Postado por Jōken às 23:52 1 comentários
Zazen II
domingo, 11 de julho de 2010
Postado por Jōken às 01:32 0 comentários
Sobre o Sesshin de Inverno em Florianópolis
terça-feira, 8 de junho de 2010Todos fazem tudo juntos sempre.
Diferenças estéticas meramente.
Erros e acertos ocorrem naturalmente.
Mas erros são corrigidos cuidadosamente.
Não há motivo algum para fugir.
Pedidos são cumpridos.
Desejos são ignorados.
Instabilidade e estabilidade no zazen
sexta-feira, 19 de março de 2010
Após enfrentar alguns meses de instabilidade no zazen, causando às vezes muita preguiça, outras vezes desempolgação, cheguei a uma certa dieta obtida experimentalmente que parece ter estabilizado as coisas, pelo menos por enquanto.1 - Reduzir a quantidade de notícias que absorvidas diariamente, especialmente comentário político: algumas dessas notícias despertam raiva em mim, assim evitá-las acaba sendo mais prudente, além de ser uma tremenda economia de tempo, pois as notícias sempre se repetem. Como diz o Dalai Lama, se algo realmente importante acontecer, alguém vai me avisar.
2 - Evitar brigas com minha esposa e outras pessoas queridas: o melhor é sempre ceder. Não sei porque eu fico brigando, supostamente eu perderia alguma coisa por ceder, mas na verdade é bem melhor ceder em qualquer discussão do que ficar batendo o pé. Simplifica muito as coisas, tornando a mim mesmo e a outra pessoa mais felizes. Ceder é uma beleza.
3 - Evitar confusões no trabalho: como um colega meu sabiamente me lembrou, se não for para dizer nada que possa criar uma situação melhor, é melhor permanecer quieto.
4 - Aumentar aos poucos a quantidade de zazen diário: parece haver uma quantidade mínima ideal para mim. Abaixo dessa quantidade as coisas desandam.
5 - Formalizar um pouco o zazen: zazen muito desleixado não funciona muito bem para mim. Oferenda de incenso ajuda.
6 - Melhorar a postura do zazen: tenho treinado ficar sentado em meio-lótus (hankafuza) ao invés da birmanesa, "produz" um zazen mais estável e imóvel. Tem exigido um pouco de treino de alongamento, mas vale a pena. Um dia talvez eu consiga kekkafuza.
7 - Leitura do Shobogenzo, de Dogen Zenji: parece aumentar a minha diligência e estabilizar o zazen por algum motivo misterioso. Link (em inglês).
Postado por Jōken às 19:20 0 comentários
Marcadores: estabilidade, zazen
Avisos
segunda-feira, 15 de março de 2010O presente blog pode apresentar erros graves, e os textos contidos nele representam somente e tão somente a mera opinião do autor (eu mesmo), como conseqüência até mesmo o entendimento incorreto do autor. Quando estiver escrito "Tal coisa" entenda "Na opinião do autor tal coisa" ou "Até onde o autor aprendeu de alguma fonte, não necessariamente correta, tal coisa". Na melhor das hipóteses, "na experiência limitada do autor, tal coisa". Muitas vezes são citados outros textos, entenda somente que o autor julgou o texto pertinente ao assunto, porém esses textos, mesmo que sejam consagrados podem ser distorcidos fora do contexto, ou mesmo não serem tão válidos assim. Nenhuma opinião ou declaração contida nesse blog deve ser tomada como verdade por nenhuma pessoa. Tentarei dentro do possível deixar isso o mais claro o possível nos textos, e corrigir qualquer erro que seja apontado, mas isso não exime de forma alguma a possibilidade de erros, nem a responsabilidade do autor (eu mesmo) pelos equívocos cometidos. O blog é meramente um exercício do autor, que por hora o considera pertinente para si próprio, e não deve ser entendido de nenhuma outra forma.
Muitos dos textos nesse blog pretendem ter algum fundamento buddhista, porém alguns ou até todos eles podem não ter nenhuma compatibilidade verdadeira com o buddhismo, especialmente se forem julgados sob um critério tradicional e/ou ortodoxo, por um professor ou mestre qualificado e realizado. Eu não tenho nenhuma autorização especial para escrever os textos aqui, de nenhum professor ou escola buddhista, e não me considero apto a ter qualquer autorização desse tipo. Escrevo os textos por minha própria conta e risco, até com uma certa ousadia, e portanto peço aos eventuais leitores que entendam os potenciais riscos de ler os textos escritos aqui.
Atenção também à nota de rodapé do blog: Os textos contidos neste site são de autoria de um praticante com pouca experiência, exceto quando de outra forma indicado, e não devem ser tomados como ensino de Dharma formal ou informal. Para receber ensinamentos do Dharma apropriadamente, procure um Centro Buddhista ou professor do Dharma qualificado e reconhecido.
Portanto caso você não se julgue maduro o suficiente para não se deixar levar por meras opiniões, o melhor talvez seja nem ler este blog. Aliás, existem infinitas coisas comprovadamente melhores para fazer do que ler esse blog; notáveis exemplos são praticar zazen ou procurar um centro buddhista. Mas agradeço de qualquer forma a sua visita.
Intimidade com o Caminho
domingo, 7 de fevereiro de 2010
"O Caminho é realizado através da mente ou através do corpo? As escolas do Dharma dizem que, já que o corpo e a mente são idênticos, é realizado através do corpo. Apesar disso, já que elas dizem que o corpo e a mente são idênticos, não é dito explicitamente que o Caminho é realizado pelo corpo. No Zen o Caminho é realizado com ambos corpo e mente. Se você contemplar o Budismo com a mente apenas, nem por dez mil kalpas ou mil vidas você realizará o Caminho. Mas se você deixar a mente ir e colocar de lado o conhecimento e entendimento intelectual, você realizará o Caminho. Aqueles que realizaram a iluminação vendo a florescência ou ouvindo sons a realizaram através do corpo. Portanto, se você deixar de lado completamente os pensamentos e conceitos da mente e se concentrar apenas no zazen, você obterá intimidade com o Caminho. A realização do caminho é verdadeiramente consumada com o corpo. Por essa razão, eu lhes peço para se concentrarem no zazen."
Vindo do Zen - The Possible Way
Meu comentário: Quando a mente esquece o corpo, é só fantasia. Quando o corpo esquece a mente, pode ser mais verdadeiro. Quando ambos se esquecem, aí eu não sei.
Postado por Jōken às 13:28 0 comentários
As partes e o Todo (ou: Relação entre as mentes)
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
- Você e eu, como seres sencientes, experenciamos, nesse exato momento, uma parte da Totalidade-das-Experiências-Experenciáveis-pelos-Seres-Sencientes.
- Uma experiência inclui/exclui todas as outras (pois na experiência do gosto da laranja está implícita a não-experiência do gosto da maçã, experiência que inclusive poderia ser simultânea).
- Aquilo que eu sou nesse exato momento é indiscernível da experiência desse exato momento.
- Assim os seres sencientes são tão inúmeráveis quanto as diferentes variações de experiências que existem, e são indistintos delas.
- Portanto a Totalidade-das-Experiências-Experenciáveis-pelos-Seres-Sencientes não é senão o próprio conjunto de Seres Sencientes.
- Quem disse que "este ser" é separado da Totalidade-das-Experiências-Experenciáveis-pelos-Seres-Sencientes?
- Assim, quem disse que "este ser" é separado dos demais Seres Sencientes?
- Mesmo que a minha experiência desse exato momento seja parcialmente diferente da sua experiência nesse exato momento, a minha experiência somada à minha não-experiência é indiscernível da sua experiência somada à sua não-experiência.
- Essa experiência somada à não-experiência a cada momento corresponde exatamente à própria Totalidade-das-Experiências-Experenciáveis-pelos-Seres-Sencientes.
- Assim, não seria absurdo alguém momentaneamente perceber, ao experimentar um doce, que todos os seres do mundo experimentam o doce com ele. Isso porém necessitaria que esse alguém momentaneamente esquecesse de ser alguém separado, que esquecesse de si mesmo.
- Portanto também não seria absurdo dizer que quando alguém senta em zazen, todos os seres do mundo sentam em zazen com ele. E a experiência de "apenas sentar" é indiscernível da prática de Buddha, sendo portanto indiscernível do próprio Buddha e da própria Iluminação.
Postura do Zazen
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010A Prática Correta
por Shunryu Suzuki
Texto completo em Daissen - Portal Zen
Postado por Jōken às 22:07 0 comentários








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